RESURFACING com laser ablativo

RESURFACING com laser ablativo

O envelhecimento da pele

Ter uma pele em que a passagem dos anos deixou a sua marca já não precisa de ser um estigma.

Atualmente, já é possível reverter alguns dos efeitos da idade e, em particular, dos fatores ambientais. Destes fatores pode-se destacar o efeito dos raios ultra violetas e a exposição solar.

São chamados danos “actínicos” que se manifestam na forma de rugas, pele flácida, alteração da coloração (discromias) e muitas outras alterações, como lesões malignas e benignas cutâneas.

O referido envelhecimento é resultado de múltiplos fatores que vão determinar cronologicamente a nossa idade e que é também o resultado da nossa informação e predisposição genética.

Para este envelhecimento que é imparável, mas adiável contribuem até os próprios mecanismos de defesa orgânicos e em especial os da pele. Entre estes, a ação e conteúdos antioxidantes da melanina, sem esquecer a saúde e bem-estar do sangue e das células que o constituem.

Quanto mais próximo se está dos 70 anos, as fibras elásticas e a própria elastina começam a diminuir, tornando-se naturalmente desorganizadas, promovendo o aspeto envelhecido.

A reversão ou a caminhada para o rejuvenescimento faz-se tentando diminuir o ritmo deste processo imparável.

Resurfacing

O resurfacing, “repavimentação” ou tratamento do revestimento, é um dos processos que deve ser usado primariamente. Ao executá-lo, quer por meios físicos (dermoabrasão), quer por atuação química (uso de fenol e alfa hidroxiácidos) ou uso de luz laser (CO2 fraccionado, Érbio…), a camada superficial da pele é eliminada e renovada através da reorganização dos restantes componentes, desde as proteínas, os polissacarídeos, os fibroblastos, mastócitos e macrófagos que vão produzir e renovar a matriz, mediar as respostas inflamatórias e remover os tecidos danificados.

Estas diferentes formas de “resurfacing” podem dar as respostas que desejamos, mas devem ser escolhidas criteriosamente por profissionais que conhecem as suas indicações, limitações e a sua ordem ou sequência de aplicação. Só assim é possível obter resultados sem grandes complicações que, no entanto, são limitados no seu alcance.

Este procedimento pode ser efetuado em regime ambulatório, minimizando a dor e o desconforto com aplicação de anestesia tópica ou anestesia local ou regional. Há cuidados a ter após o procedimento que devem ser seguidos à risca prevendo-se a recuperação global em cerca de 10 dias. O efeito torna-se evidente por volta dos 3 meses.

  • Dr. Jorge Rodrigues

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